sábado, 9 de julho de 2011

Mulher

Mulher diga pra mim teu intuito,
Me ama e me odeia.
Me envolvo nesse teu sorriso macio,
Que me acalma mesmo em pensamentos revoltos.
Aliso teu cabelo morena
E coloco teu nome na ponta da pena.
Me dizes porque!
Me obriga a briga e depois abriga em teus braços
Antes que o próximo furacão de pensamentos
Envolva teus pensamentos em maldizeres a meu respeito.
Todo mal já se foi de mim e de você.
O que quer de mim?
Me perco nas interrogações de tuas blasfêmias,
Nas dúvidas de teus questionamentos.
Que sem sentido de ser, foi...

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sem Inspiração

Hoje eu não estou muito inspirado,
Acordei muito atrasado,
Sem vontade de escrever.
Muita coisa se passou pela minha cabeça,
Mas, as palavras não se encaixavam
E o que eu pensava não entrava no papel.
Teria a poesia abandonado este pobre diabo?
A caneta fugia de minhas mãos suadas.
Pensei que nunca mais iria escrever um verso
E tudo começou sair às avessas
Nada fazia sentido.
Pois o que seria dos poetas
Sem a poesia que é seu libido?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Reflexão

Um momento pra pensar
Antes que o tempo se dissolva
E nada mais eu possa fazer pra mudar.
Olhei pela janela e já era noite.
Mas, não era tarde
Havia tempo suficiente.
Minha vida ambígua
Sentia saudade de ser simples
Sentia falta de ser uma.
E quis ir embora do presente,
Pra ter um passado mais que perfeito.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Resposta aos Tolos

Mesmo que os sorrisos debochados permaneçam,
Os comentários de apoio contrário seja feito
Minha pena de poeta continuará a escrever.
Não preciso de elogios falsos,
Apenas de inspiração para rebater ironias.
A tinta continuará sobre o papel,
As palavras não se apagarão.
Minhas idéias permanecerão nas mentes.
Os leitores medíocres não me fazem falta.
Faço poesia pra quem quer ler.
Gostem ou não o que satisfaz é a reação
Do que degusta cada verso,
Como um prato refinado
Que o poeta prepara em sua mente
Com suave tempero de emoção.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Memória Transcendente

Saí de mim essa noite
Vi tudo que meus olhos lúcidos não podiam ver.
As estrelas mortas iluminavam mais
E a luz era tão forte que me cegava.
Preferi por um momento a escuridão
Que nesse momento saía de dentro de mim
Levando consigo todas as minhas dores.
Por um minuto me senti feliz,
Mas logo vi com estranheza
Essa felicidade que me invadia,
Pois o que será de minha história
Sem meus fracassos, perdas e derrotas?
Porque nenhum homem vive só de glórias
E nem só glórias povoam minhas memórias.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Eu interior

Sussurros estridentes ecoam eloqüentes.
A mente insana retarda o fim evidente.
O que será que virá de seus olhos,
Que calará as vozes que me emudece?
Antes a loucura do que uma sanidade passiva.
Sentar na poltrona e fingir que me preocupo.
O silêncio me perturba os ouvidos,
Pois é nesse momento que escuto melhor
Teus chamados escarnecidos,
A limitar meus pensamentos mais profanos
Sobre a paz interior que não encontro.

domingo, 3 de julho de 2011

Adeus

Despeço-me da vida que pensei que tinha
Hoje não mais sou o que eu queria
Longe de você meus olhos não funcionam.
Meu caminho é incerto, nem sei mesmo aonde vou.
Adeus eu digo a tudo que eu sonhei,
O que eu quero agora é que o fim me seja suave.
Dessa forma eu sigo sem querer mais nada.
Sonhar já não é uma opção,
A realidade é tudo que me resta
Desde que acordo e olho pro vazio que você deixou,
Ocupado pela ilusão de te ver voltar.

sábado, 2 de julho de 2011

Bom dia, dia.

Bom dia dia!
Que novidades me reserva pra hoje?
Espero que não sejam as mesmas de ontem,
Pois, essas já estão velhas.
Espero que possa me trazer mais prazeres,
Afinal de contas o passado foi ontem
E o presente eu quero hoje.
Me diga meu bom dia,
Tem algo de inesperado que me aguarda?
Antes que o Sol se levante e arda.
Fala comigo pra que eu possa conviver a rotina
Que me segue dia-a-dia fazendo filhos com meu ócio.
Me cansei de você, Oh dia.
Traga a lua antes que conquiste alguém que te repudia,
Oh dia!

Sem titulo.

Dê-me sua reflexão que eu reflito seu pensamento
Nas linhas erradas de minhas poesias.
Doces devaneios que permeiam minhas letras,
Errantes são idéias que completam meus versos
Escritos com a audácia de um mendigo trovador,
Que grita seus erros se vangloriando de seus fracassos.